19 de dezembro de 2007

2 meses depois... o balanço

apesar da cruz que carrego o balanço é sem duvida positivo...


"Podem-se fechar as portas... mas é necessário deixar as janelas abertas... e nunca desistir de correr contra...!"


21 de outubro de 2007

A Outra Fase...


Depois de 4 anos de arduo estudo, cá estou eu a trabalhar no que sempre quis fazer...
Deixa-me algum ressentimento não o poder fazer no meu pais, mas, como ser enfermeiro é e sempre foi o que quis ser, arrumei as malas e rumei a Espanha...
Apesar de tudo... o saldo está a ser positivo... afinal estou a trabalhar numa unidade de cuidados intensivos... quando é que em portugal eu teria acesso a isso no meu 1º emprego? penso que jamais seria possivel sem muitos anos de experiencia... afinal se exigem experiencia para serviços basicos, nem quero imaginar as exigencias para um serviço com esta responsabilidade, onde a vida trilha um tenue caminho...

Sinto-me bem, estou bem... e faço o que quero fazer... a vida é um jogo e as regras sao feitas por quem pode...

14 de outubro de 2007

Composto de mudanca


2007 é um ano de altos e baixos... um ano de mudanças. Muitas.Uns casaram. Outros arranjaram emprego, adoptaram um cão, mudaram de cidade, de país, compraram casa, tiveram filhos... Outros ainda, "fizeram das tripas coração"... Enfim, mudaram. E eu, eu também mudei, moro e trabalho num pais que não é o meu. Ou talvez não tenha mudado, mas crescido.
Até há poucos dias, este ano podia ser simplesmente removido da minha memória, mas talvez isso fosse apenas arrancar a crosta da ferida - eu sei. Este ano perdi muita coisa. Perdi. E ainda não sei como parte da minha vida sobreviverá alimentada de memórias. Memórias contadas e escritas vezes sem conta no medo de que com o esquecimento de uma, todas as outras se desvaneçam. No medo de ao perdê-las perder-me, esquecer-me de mim. O perigo de andar para a frente sem passado. Vazia. Oca. A verdade é que dependemos mais dos outros do que na realidade temos consciência, numa espécie de dependência salutar. A única que vale a pena.
Mas também ganhei... Ganhei um emprego, as pequenas maravilhas, os pequenos prazeres, as pequenas delícias, os momentos mágicos, e as pessoas extraordinárias que habitam e permanecem para sempre pairando na minha vida.

2 de outubro de 2007

Partidas


Não me convence saber que a vida é infinita
que nada morre e tudo é eterno.
Na partida definitiva, não há como fugir
da maior dor pelo ser humano sentida.
Separam-se almas, a saudade é sofrida!
Saudade que ofusca por vezes a vida
e que só o tempo a pode amenizar.

Laços se desfazem
numa partida por vezes inesperada
que bom seria se esta despedida
pudesse ser adiada eternamente.

As lembranças que ficam, de imediato, atormentam
Onde buscar as cores, gestos e olhares,
Como dialogar com o silêncio?
Como tocar o nada? Como trazer tudo de volta?
Impossível! Esta dor é infinita!

Resta apenas esperar e pedir para o tempo flutue,
para a dor amenizar e ficar com a esperança
de que um dia, em algum lugar, com outros rostos,
possamos a história das nossas almas continuar.
É só o que resta esperar!

(adaptado de um poema de: Tahyane Rangel)

13 de setembro de 2007

Depois de Acabares a Licenciatura, quanto tempo levou até arranjar o 1º Emprego?


Responde a esta pergunta no final da Página do blog...
Aguardo a tua resposta...;)

Fórum de Enfermagem Médico Cirurgica do Minho


27 e 28 de Setembro - Isave - Póvoa de Lanhoso

Boletim de Inscrição

28 de maio de 2007

Flor Marroquina e A Morte de Fred




eheheh esta serie de floribellas alternativas é um must... este e o ultimo disponivel... mas podes encontrar outros em www.venhamca.blogspot.com

15 de maio de 2007

A miuda tentou...

11º lugar na semi-final, por 3 pontinhos não passou à final... e a vida...
da proxima vez conseguimos :) ehehe Parabéns Sabrina... tavas mto gira ( leia-se "Ricas pernocas")

14 de maio de 2007

13 de maio de 2007

Arte de amar


Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus – ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.


Manuel Bandeira

12 de maio de 2007

uma morte digna e humana


Um médico, professor numa prestigiada faculdade de Medicina, dirige-se aos seus alunos. Fala-lhes da necessidade de manter a mente aberta e de rever velhos clichés que a passagem do tempo ameaça declarar obsoletos. Fala-lhes, em suma, da necessidade de a humanidade e, em concreto, a profissão médica, começem a aceitar a ideia de uma morte digna e, mais do que isso, libertadora, em alguns casos limite.

Para convencer o seu auditório, o médico cita-lhes um caso real, de um dos seus pacientes, precisamente aquele que o fez repensar as suas opiniões sobre a eutanásia:

- Reparem, o meu doente não funciona por si próprio: não fala, não entende nada do que lhe dizem, sofre terríveis depressões, acessos incontroláveis de choro, que às vezes duram minutos ou até horas, com grandes espasmos de dor. Incontinente do aparelho urinário e dos intestinos, precisa que lhe mudem continuamente a roupa. A sua digestão é problemática e é rara a vez que não termina em vómitos.

Sinceramente, isto é vida? Não seria melhor libertar o meu doente do seu horror e a sua família do sofrimento de estar pendente de uma pessoa assim, com a qual é impossível conviver?

O professor submeteu a sua proposta à votação e a maioria dos alunos presentes, após se referirem à eutanásia activa, passiva e esboçarem uma série de considerações, decretaram que sim, que o mais humano era libertá-lo do seu horror.

O professor, então, empenhou-se em mostrar uma fotografia do paciente. Introduziu um diapositivo na máquina e todos os presentes puderam contemplar, no quadro de projecção, um bebé de seis meses, rechunchudo e saudável.


"numa aula da Faculdade de Medicina da Universidade de Navarra, quando muitos alunos já se tinham decidido pela tese humanista: libertar a criatura dos seus sofrimentos e dores"
(Tradução de Manuel Brás)

9 de maio de 2007

7 de maio de 2007

Descoberto o gene que provoca a depressão


Escrito por Sérgio Ferreira
02-Mai-2007


Uma deficiência no gene DISC1 pode originar o aparecimento da esquizofrenia e da depressão, indicam estudos efectuados em ratos, conduzidos por uma equipa de cientistas internacionais e publicados no jornal Neuron, escreve a Lusa.

O gene DISC1 foi identificado no ano 2000 numa família escocesa com um passado de doenças mentais, mas ainda pouco se conhece sobre a forma como a mutação deste gene pode provocar problemas mentais.

A esperança está em reproduzir esta deficiência genética em ratos, de forma a serem utilizados como cobaias para os tratamentos seguintes.

Os investigadores modificaram quimicamente este gene e reintroduziram-no nos animais.

O gene DISC1 mudou de forma diferente consoante os ratos: um grupo de roedores desenvolveu os sintomas da esquizofrenia, como falta de atenção e défice de memória, e o outro grupo desenvolveu sintomas de depressão.

O primeiro grupo foi tratado com neurolépticos como o Haldol e a Clozapina e o outro grupo com anti-depressivos como o Zyban.

Em ambos os casos, os ratos modificados geneticamente melhoraram.

O professor David Porteous, presidente da Universidade de Edimburgo, sublinhou que este estudo fortalece as pesquisas anteriores segundo as quais existe uma relação entre este gene e a esquizofrenia, a depressão e as doenças maníaco-depressivas.



in: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=804041&div_id=291

6 de maio de 2007

A todas as mães um feliz dia...



No mais fundo de ti
Eu sei que te traí, mãe.

Tudo porque já não sou
O menino adormecido
No fundo dos teus olhos.

Tudo porque ignoras
Que há leitos onde o frio não se demora
E noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
São duras, mãe,
E o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
Que apertava junto ao coração
No retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
Que todo o meu corpo cresceu,
E até o meu coração
Ficou enorme, mãe!

Olha - queres ouvir-me? -
Às vezes ainda sou o menino
Que adormeceu nos teus olhos;

Ainda aperto contra o coração
Rosas tão brancas
Como as que tens na moldura;

Ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
No meio do laranjal...

Mas - tu sabes - a noite é enorme,
E todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
Dei às aves os meus olhos a beber.

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo as rosas.

Boa noite. Eu vou com as aves.


Eugénio de Andrade, Os Amantes sem Dinheiro

4 de maio de 2007

Somos livres



Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.

Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.

Uma gaivota voava, voava,
assas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.

Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo cualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.

Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
não vou combater".

Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.

Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.


Ermelinda Duarte
VIVA O 25 DE ABRIL...
AVANTE CAMARADAS...!

P.S.:um pouco atrasado, mas sempre a tempo...

26 de abril de 2007

momentos de humor... conversa de loiras...




Para ler as legendas clic em cima da banda desenhada :)

23 de abril de 2007

Dá-lhe miuda...

A levar na cabeça... é que é necessário estar preparado para a dor de cabeça que se avizinha... procurar emprego...
Procura-se 1 mero e simplório emprego na área de saúde... agradece-se a quem puder ajudar este pré-recém licenciado...